
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
Sentimentos
Seja honesto com sigo mesmo, não se iluda com tudo o que le for oferecido, seja amável , ame sómente quem te ama de verdade , não quem diz que te ama, sinta falta, sinta falta daquilo que realmente marcou sua vida, Não seja leviano com o o coração dos outros, Fale somente o que você esta realmente sentindo
Seja amigo, conserve os poucos e bons que tem, pois eles são as melhores coisas que Deus colocou em sua vida, seja sincero, fale tudo o que realmente sente o que realmente esta acontecento, mesmo que isso não seja reciproco, não alimente falsas espectativas , em um futuro prosimo isso podera desfinhas a alma de um outro alguém, não menosprese ninquem, um dia você vai sentir falta desse alguem, um dia vc vai precisar deste alguem, e se ele for esperto ira te virar as costas como já o tinha o feito..
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Morre aos poucos
Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
Costume
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
sábado, 30 de abril de 2011
"eu"
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Os "malas" e os subs "malas" da minha cidade

Aqui é uma cidade pequena e como em toda cidade tem seus malas
e os caras que pensão que são "malas".
Quando eu era menor , tinha la maus 14 anos aqui predominava duas
grandes turmas destes chamados "MALAS"
Era a turma do "batata", a dos "Baianos"
(Os Batatas: eles eram muito conhecidos pelo povo do colégio 31
pois naquela época o lider ali cursava a mais de 5 anos a 8º serie,
Jacaré eis o nome do sujeito! Na sua turma tinhas seus irmãos e mais
um monte de cara que não sei o nome!!)
(Os Baianos: Eles já eram bem conhecidos pelo pessoal do colégio 13.
só pra lembrar o pessoal do 31 nunca se deu bem com o povo do 13,
pois bem os baianos tinha como lider o Jadison. era um guri da minha
sala. )
nunca ouvi falar de briga entre essas duas turmas, mais ja presenciei
uma dos Batatas contra um pessoal de BSB, e logo apos com os PM
Os baianos era o que mais rolava praticamente em toda festa la do 13
Os sub malas : nessa época eles ainda não eram muitos conhecidos ainda
estavam praticamente nos seus primeiros anos de vida (a turma do titi)
O titi era um garoto que estudou com um primo meu ! relatos contam
que ele já avia matado um cara no passado, mais btf que isso nunca foi
comprovado, eu é que não vou pagar pra ver !!
hoje em dia nem uma dessas turmas estão atuando, as somente a do titi e
alguns remanescentes que a uns 2 anos atras teve seu apogeu!!!
essas eram as turmas mais temidas da minha cidade!
Os Batatas
Os Baianos
A do Titi.









